Dra. Camila Sandoval

Cirurgia de face e pescoço · São Paulo

Antes de operar o seu rosto,
você precisa confiar em quem vai fazê-lo.

É por isso que a primeira consulta é longa, detalhada e com bastante escuta das queixas da paciente.

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Dra. Camila Sandoval, cirurgiã plástica especializada em face, em São Paulo
+ de 20 anosde cirurgia plástica
Anatomical Course Duo Faceno Instituto Marc — Todos os anos
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Antes de qualquer conversa


Talvez você já tenha percebido


O corpo você cuidou. O rosto começou a contar outra história.

  • “Meu corpo está ótimo, eu emagreci, eu malho — mas o meu rosto não combina mais com ele.”
  • “Perdi a precisão do que é rosto e do que é pescoço. Parece que tudo derreteu junto.”
  • “Já fiz preenchimento, fio, bioestimulador. Nada mais entrega o que eu quero.”
  • “Eu quero parecer descansada. Não quero parecer outra pessoa.”
  • “Minha agenda não permite sumir. Eu preciso saber quando volto a aparecer.”

Essas cinco frases são ditas quase toda semana no meu consultório. Nenhuma delas se resolve de uma hora para outra, mas sim com o diagnóstico preciso e um bom planejamento cirúrgico.

Dra. Camila Sandoval, cirurgiã plástica, em seu consultório em São Paulo

Quem vai operar você


Dra. Camila Sandoval

Cirurgiã plástica · CRM-SP 104.162 · RQE 140076 · São Paulo

Vinte e cinco anos construindo o direito de ser exigente.

Não foi fácil a minha formação. Tive problemas financeiros na família e comecei literalmente do zero. Vim para São Paulo atrás de uma oportunidade e construí a minha carreira aqui, com muito esforço.

Cheguei no hospital em que eu queria trabalhar sem ninguém para me apresentar, com o currículo embaixo do braço. Aceitaram me dar os piores horários de plantão e eu peguei todos. Virei chefe do pronto-socorro. É o que continuo fazendo até hoje: tratar com excelência cada oportunidade que me entregam.

Fiz toda a minha formação cirúrgica em São Paulo — residência em cirurgia geral e em cirurgia plástica — e opero nos melhores hospitais da cidade: Einstein, Sírio-Libanês e Vila Nova Star. Foi em 2007 que eu me apaixonei por cirurgia de face, e é isso que eu faço hoje, todos os dias.

Conto essa história por um motivo prático: eu sei exatamente o peso de uma decisão de investimento. E é por saber que eu nunca abri mão de um único item de segurança, desde a primeira cirurgia da minha carreira.

Dra. Camila Sandoval no letreiro do MARC Institute, o Miami Anatomical Research Center

Formação que não para


Estudar anatomia não é um curso a mais no currículo.

Em janeiro de 2026 eu estive no MARC Institute, em Miami — o Miami Anatomical Research Center —, em treinamento de anatomia cirúrgica facial com dissecção em cadáver fresco. É uma prática que não está disponível no Brasil.

A cirurgia de plano profundo se decide em milímetros, entre ligamentos e ramos do nervo facial. Não existe manter essa precisão sem voltar, de tempos em tempos, para a mesa de anatomia. Para mim isso não é diferencial de currículo — é condição para continuar operando do jeito que eu opero.

O que realmente muda


O que muda é a profundidade.

A técnica antiga acessava apenas a pele, e era isso que deixava a sensação de repuxado — o olhar espantado, aquela marca que todo mundo reconhece de longe. Aqui se acessam as estruturas profundas do rosto, com um reposicionamento natural e duradouro.

I

Solta-se o ligamento

O acesso é feito no plano profundo, liberando os ligamentos que prendem a musculatura da face. É a etapa que exige uma grande curva de aprendizado e muita experiência do cirurgião, e é a que separa quem faz de quem diz que faz.

II

Reposiciona-se a estrutura

A musculatura volta ao lugar de origem — não é esticada, é recolocada. A pele vem de arrasto, sem tensão nenhuma. Toda a força da cirurgia está na profundidade, e é por isso que o resultado é tão natural.

III

Trata-se o pescoço por dentro

Metade da gordura do pescoço está embaixo do músculo, não da pele. Nenhuma lipo de papada alcança ali. É preciso acessar as camadas profundas, tratar músculo e, quando necessário, glândula, para devolver o ângulo.

IV

Personaliza-se caso a caso

Duas mulheres da mesma idade podem exigir condutas completamente diferentes. Minha obrigação não é encaixar o seu rosto na minha técnica — é adaptar a minha técnica ao seu rosto.

“A minha maior alegria é ver a minha paciente feliz com o seu resultado. Isso faz tudo valer a pena.”
Dra. Camila Sandoval

O que muda no contorno


O ângulo entre o rosto e o pescoço.

É nele que o envelhecimento aparece primeiro e é ele que a maioria das pacientes descreve como “derretimento”. Abaixo, casos reais conduzidos por mim, recortados na região tratada para preservar a identidade de cada paciente.

Comparação de perfil do contorno cervical antes e depois do tratamento profundo de face e pescoço Antes Depois
Contorno cervical em perfilReposicionamento das estruturas profundas da face e do pescoço.
Comparação de perfil da linha da mandíbula antes e depois do tratamento Antes Depois
Definição da linha da mandíbulaTratamento da área do jowl e das estruturas profundas do pescoço.
Comparação em três quartos do contorno entre face e pescoço antes e depois Antes Depois
Separação entre face e pescoçoRetorno da distinção entre o terço inferior da face e a região cervical.
Comparação do ângulo cervical antes e depois, lado a lado Antes Depois
Ângulo cervicalReposicionamento do ângulo da mandíbula e tratamento das estruturas profundas do pescoço.

Cada caso é único e só pode ser avaliado em consulta.

Sobre estas imagens

O deep plane facelift e o deep neck lift são indicados para flacidez e perda de definição do contorno da face e do pescoço, sempre avaliadas caso a caso em consulta.

O resultado varia de pessoa para pessoa. Anatomia, espessura e qualidade da pele, idade, peso, tabagismo, exposição solar e a resposta individual de cicatrização interferem diretamente no que se pode alcançar — por isso nenhuma imagem representa promessa, garantia ou previsão de resultado para outra pessoa.

Como toda cirurgia, envolve riscos e possíveis complicações, apresentados e discutidos individualmente antes da decisão.

Imagens de pacientes reais, publicadas com autorização por escrito e sem edição do resultado.

“Não existe uma idade certa para operar. Existe uma janela de oportunidade, por volta dos quarenta e três aos cinquenta anos, em que se pode entregar o melhor resultado para os pacientes.”
Dra. Camila Sandoval

Como eu conduzo


Nada do que importa aqui é delegado.

O que sustenta o nosso trabalho raramente aparece nas fotografias. Aparece aqui, na lista de coisas de que eu não abro mão.

  1. A escolha de quem está na salaHospitais de referência e profissionais tecnicamente muito preparados ao meu redor. Eu nunca penso no mais barato. Penso no que é melhor para aquela paciente.
  2. Exames pré-operatórios completosDa avaliação clínica ao ultrassom dermatológico da face e ao ultrassom das camadas profundas do pescoço. Preciso saber em que terreno estou pisando, sobretudo em quem já fez fio, preenchimento ou bioestimulador.
  3. Planejamento criterioso, em frente à pacienteCada etapa da cirurgia é mostrada e explicada com você diante do espelho, alinhando expectativas reais para que não exista nenhuma surpresa no dia.
  4. Anestesista da minha equipe há dezessete anosNão é quem estiver na escala do dia. É o mesmo profissional, de formação e experiência que eu conheço de perto. O cirurgião responde por toda a sala — então a sala é escolhida por mim.
  5. Cirurgiã assistente anatomista dentro da salaNão é instrumentadora auxiliando. É uma cirurgiã de cabeça e pescoço, anatomista e professora, operando comigo do começo ao fim.
  6. Monitorização dos nervos faciaisFeita em todas as cirurgias, para não depender apenas da experiência do cirurgião. Ao final, a empresa responsável emite um laudo atestando que todos os nervos foram preservados.
  7. Rede hemostática em todas as cirurgiasPrevine a complicação mais frequente da cirurgia facial. Eu a retiro junto com o curativo, antes mesmo de você se ver.
  8. Do quarto ao primeiro curativo, sou euEu passo no seu quarto antes, faço a marcação, opero, estou lá quando você acorda e dou a alta pessoalmente na manhã seguinte. Todos os curativos são meus.
  9. O meu telefone pessoal, não o da secretáriaTodas as minhas pacientes têm o meu contato direto, da consulta até a alta. Eu ligo todos os dias no pós-operatório e peço fotos. Eu brinco que sou galinha choca.
  10. A experiência dos cinco sentidos, onde você estiverMinha equipe de fisioterapia monta a recuperação para os cinco sentidos no lugar em que você se recupera, seja no hotel ou na sua casa: música ambiente, iluminação com cromoterapia, aromas escolhidos, amenidades L’Occitane e até o paladar, com castanhas numa trouxinha de cetim feita sob encomenda.
  11. Acompanhamento muito de perto nos primeiros quinze diasExistem detalhes que ninguém sem formação consegue identificar — um curativo apertando a circulação, por exemplo. Se isso só for visto dez dias depois, já não há mais tempo de corrigir.
“Faço questão de deixar o meu telefone com todas as minhas pacientes e acompanhantes, para que o acesso, em qualquer insegurança ou intercorrência, seja o mais rápido possível — para que eu possa atuar no momento exato.”
Dra. Camila Sandoval

Uma experiência desenhada além da cirurgia


Eu desenhei essa recuperação pensando em mim.

Fechei os olhos e me perguntei onde eu gostaria de me recuperar de uma cirurgia de face em São Paulo — com tranquilidade, privacidade e sem atravessar a cidade a cada retorno. A resposta virou um projeto: a condução dos primeiros dias do pós-operatório dentro do Palácio Tangará, de frente para o Parque Burle Marx.

A equipe vai até você

Parte do acompanhamento médico acontece no próprio hotel, incluindo visitas minhas. Você não precisa se deslocar numa cidade como São Paulo nos dias em que menos quer sair.

Alimentação pensada para o pós

Cardápio com cuidado nutricional e anti-inflamatório, adaptado à mastigação delicada das primeiras semanas de uma cirurgia facial.

Privacidade de verdade

Muitas pacientes me dizem a mesma frase: “eu queria voltar bem para o convívio da minha família”. Aqui você se ausenta por alguns dias e volta pronta — sem plateia no processo.

A experiência é montada caso a caso, inclusive para quem mora em São Paulo. O formato, a duração e os serviços incluídos são definidos no planejamento individual, conforme o procedimento e a sua rotina.

“A cirurgia de plano profundo normalmente é feita uma vez na vida. Para esse momento, eu quis que o pós-operatório fosse outra coisa: você sai de cena, descansa, se refaz — e volta plena para as suas atividades.”
Dra. Camila Sandoval

Sobre investimento


É importante diferenciar preço de valor.

O que eu ofereço é uma experiência altamente especializada do ponto de vista técnico, com cuidado em cada detalhe para que tudo saia exatamente como planejado — respeitando a individualidade e as necessidades de cada paciente.

Eu explico a segurança de uma cirurgia como explico a compra de um carro. Um carro com dois airbags tem um preço. Um com dez tem outro. A diferença não está no que você vê — está no que acontece se algo der errado.

Os itens de segurança de uma cirurgia de face

  • Hospital de referência
  • Anestesista da minha equipe, comigo há dezessete anos
  • Cirurgiã assistente anatomista, com muita experiência
  • Monitorização dos nervos faciais, com laudo ao final
  • Tempo cirúrgico respeitado conforme a dificuldade de cada caso
  • Acompanhamento muito de perto nos primeiros quinze dias

Quando alguém oferece “a mesma cirurgia” por muito menos, algo dessa lista ficou de fora. Você só não sabe ainda o quê.

Eu escolhi não tirar nada da lista. Por isso opero menos, acompanho mais de perto e durmo tranquila. As minhas pacientes também.

“Eu achei que você era cara. Depois que eu entendi tudo o que você entrega, com tanta excelência, vi que valor não tem nada a ver com preço.”
O que eu mais escuto das minhas pacientes

Antes de você solicitar a sua consulta


Uma cirurgiã boa sabe operar. Uma cirurgiã excelente sabe quando não operar.

Eu posso ser a sua médica se

  • Você quer ser avaliada com critério e seriedade, considerando todas as possibilidades individuais do seu rosto.
  • Você quer entender o diagnóstico antes de falar sobre qualquer outra coisa.
  • Você quer que a indicação venha da sua necessidade real, e não de um procedimento decidido de antemão.
  • Você coloca a sua segurança à frente do resultado.
  • Você entende que a naturalidade é uma obsessão da sua médica — eu não vou transformar o seu rosto no de outra pessoa, nem se você pedir.
  • Você está disposta a se dedicar à recuperação, junto com a equipe, nos primeiros dez a quinze dias.

Provavelmente eu não sou a sua médica se

  • A sua primeira pergunta, e a segunda, são sobre preço.
  • Você procura uma cirurgia pequena, rápida, com resultado de um ou dois anos.
  • Você quer o rosto de outra pessoa, e não a melhor versão do seu.
  • Você espera uma garantia de resultado que nenhuma medicina séria oferece.

Perguntas que eu escuto toda semana


O que as pacientes realmente querem saber

Eu vou ficar com cara de plástica?

Essa é a maior angústia de quase toda paciente que senta na minha frente. O olhar espantado e a boca repuxada vêm da técnica antiga, que tracionava a pele. Hoje se trabalha no plano profundo: a musculatura é reposicionada e a pele acompanha sem nenhuma tensão. É exatamente por isso que o resultado não denuncia a cirurgia.

Ainda assim, técnica nenhuma substitui o julgamento de quem opera. Por isso vale olhar os resultados de qualquer cirurgião e se perguntar se você se reconhece neles.

Em quanto tempo eu volto a aparecer?

A cicatrização principal acontece nos primeiros quinze dias, quando os pontos já foram todos retirados e a maquiagem já é possível. A partir daí a maioria das pacientes retoma a vida social sem constrangimento.

O rosto continua desinchando por meses: em torno de três meses há um resultado parcial e por volta de um ano o resultado definitivo. Alinhar essa expectativa faz parte da consulta, onde eu esclareço cada etapa cuidadosamente, para não frustrar as minhas pacientes.

Minha agenda é muito apertada. Dá para planejar?

Dá, e é assim que eu trabalho. Na consulta você me passa a sua agenda, porque parte das decisões técnicas depende do tempo de recuperação que você tem disponível. Há condutas que geram mais edema e outras que eu posso ajustar em função do seu calendário.

Não prometo milagre de prazo. Prometo desenhar o cronograma com você, e não apesar de você — sempre sabendo que se trata de uma cirurgia, e que nem tudo está absolutamente sob o controle da médica ou da paciente. O que dá para fazer é tomar decisões alinhadas, que funcionem na sua agenda. Mas eu preciso de pelo menos dez a quinze dias em que você se dedique à sua recuperação.

É uma cirurgia dolorosa?

Não. É uma cirurgia notavelmente tranquila do ponto de vista da dor, e a medicação do pós-operatório costuma ser suficiente. O incômodo real é a posição para dormir, de barriga para cima, necessária para não gerar tensão diferente nas linhas de sutura.

Eu já fiz fio, preenchimento e bioestimulador. Ainda posso operar?

Pode. A realidade é que quase todas as pacientes chegam assim, e está tudo bem. O que muda é a preparação: eu uso ultrassom dermatológico para saber em que terreno estou entrando e monitorização de nervos faciais durante a cirurgia.

Só o meu pescoço me incomoda. Preciso operar o rosto inteiro?

Não necessariamente. O tratamento profundo do pescoço pode ser feito de forma isolada, e é mais comum do que se imagina — inclusive em pacientes jovens, sem flacidez de face. O envelhecimento costuma começar pelo pescoço, e quase ninguém percebe porque quase ninguém se olha de perfil.

Se é o seu caso ou não, só na consulta eu vou poder afirmar.

Eu moro em outro estado. Como funciona?

Boa parte das minhas pacientes vem de fora de São Paulo. A primeira consulta pode ser feita à distância, e a partir daí a equipe organiza a logística da vinda, a internação e a condução dos primeiros dias de recuperação.

Os detalhes do que está incluído são definidos no planejamento individual, porque dependem do procedimento e do seu tempo de permanência.

Por que as fotos desta página não mostram o rosto inteiro?

Por duas razões. A primeira é ética: a resolução do Conselho Federal de Medicina que trata de publicidade médica permite mostrar resultados, mas exige que o anonimato da paciente seja preservado, mesmo quando ela autoriza a divulgação. Recortar a região tratada é a forma de respeitar isso.

A segunda é honestidade. Hoje existe recurso demais para transformar qualquer antes e depois em algo espetacular — iluminação, ângulo, maquiagem, edição. Nenhuma das imagens desta página foi editada ou retocada. Na consulta você vê os casos completos, com o meu comentário sobre cada um, inclusive sobre o que não saiu como o planejado.

Consulta de planejamento facial


É por ela que toda jornada começa.

A primeira consulta é longa de propósito. Ela existe para nós duas decidirmos, com calma, se fazemos sentido uma para a outra.

  1. Você solicita a consultaSão quatro campos. Eles existem para que a minha equipe chegue à conversa já sabendo do que se trata.
  2. Minha equipe entra em contatoPara entender o seu caso e apresentar como funciona o planejamento.
  3. AgendamosPresencial em São Paulo ou à distância, se você é de fora de São Paulo.
  4. Você recebe o planejamentoJá na primeira consulta fazemos o planejamento, a proposta cirúrgica e o cronograma de recuperação.

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